" Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando.
Porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu. "
Luis Fernando Verissimo
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
O teu riso
" Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria. "
Pablo Neruda
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria. "
Pablo Neruda
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
One
Ele foi meu primeiro homem.
O primeiro importante positivamente na minha vida.
Aquele que nada prometeu e tudo cumpriu.
Ele chegou devagar e foi ficando... até ocupar cada pedacinho em mim.
Esse homem me faz sorrir, sem me fazer chorar depois.
Ele me permitiu vislumbrar o futuro... e não temê-lo.
Com ele tudo é possível, pois já não me sinto só.
Por isso e por todo o resto que não é possível expressar,
ele será para sempre o meu homem,
primeiro e único.
O primeiro importante positivamente na minha vida.
Aquele que nada prometeu e tudo cumpriu.
Ele chegou devagar e foi ficando... até ocupar cada pedacinho em mim.
Esse homem me faz sorrir, sem me fazer chorar depois.
Ele me permitiu vislumbrar o futuro... e não temê-lo.
Com ele tudo é possível, pois já não me sinto só.
Por isso e por todo o resto que não é possível expressar,
ele será para sempre o meu homem,
primeiro e único.
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